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10 STORIES OF COLLECTIVE HOUSING


10 STORIES OF COLLECTIVE HOUSING is a new book from a+t architecture publishers. Scroll down to read this text in English.

Uma parte importante da história do modernismo reflecte-se sobre os edifícios de habitação social e colectiva. A popularidade crescente desta corrente de pensamento durante a primeira metade do século vinte e os problemas urbanos prementes que se seguiram à Segunda Guerra Mundial tornaram a arquitectura e o planeamento moderno uma resposta predominante sobre as carências enfrentadas por muitas cidades, particularmente na Europa.

Ainda que a desornamentação, a estandardização e a introdução de processos de construção industrial se tenham revelado aspectos marcantes deste período, verificaram-se muitas abordagens diferentes ao desenho de tipologias comunitárias de habitação. Ideias divergentes de sociedade, de vida moderna e progresso geraram manifestações muito diversas sobre o ambiente construído. Algumas destas construções resistiram ao teste do tempo, algumas mudaram profundamente no decurso de décadas e outras ainda viriam a ser demolidas.


Michiel Brinkman, Justus Van Effen Complex, Rotterdam, The Netherlands, 1919-1922.


Ralph Erskine, Byker Regeneration, Newcastle-upon-Tyne, United Kingdom, 1969-1982.

10 STORIES OF COLLECTIVE HOUSING conta a história de alguns destes importantes edifícios através da análise das suas características conceptuais e dos traços mais marcantes da vida dos seus autores. O livro apresenta trabalhos de figuras influentes tais como Jean Renaudie, Ralph Erskine, Ignazio Gardella, Fumihiko Maki, Fernand Pouillon, entre outros. Os seus projectos são apresentados e detalhados através de imagens e esquemas gráficos, sendo igualmente relacionados com outros projectos que se lhes seguiram. Esta abordagem original permite ao leitor compreender melhor o impacto destas obras de arquitectura através do tempo e a sua influência sobre projectos contemporâneos.

A ascensão e a queda de alguns destes exemplos de arquitectura habitacional colectiva do modernismo contam-nos a história dos sonhos e das esperanças de uma era motivada pelo optimismo e a ambição, com um sentido de responsabilidade social e o desejo de mudar o mundo. De igual modo, revela-nos o quanto mudámos enquanto sociedade, levantando questões sobre o futuro do ambiente construído e a nossa perda de confiança colectiva no planeamento e no domínio efectivo dos múltiplos processos que conduzem a sua transformação. De uma forma ou de outra, a arquitectura do nosso tempo e o futuro das nossas cidades estará para sempre ligado a estas obras marcantes do passado e à herança de cultura e conhecimento que encontramos nas suas muitas histórias.
Visitem o sítio web da a+t para mais informação sobre este livro e outras publicações .

A significant part of the history of modernism is reflected in collective and social housing buildings. The growing popularity of the architectural movement during the first half of the twentieth century and the pressing urban needs that followed the Second World War made modern architecture and planning a prevalent answer to the urgent problems faced by many cities, particularly in Europe.

Although purity of form, standardization and the introduction of industrialized construction processes were defining aspects of the architectural production of this period, there were many different approaches to the design of communitarian typologies of housing. Diverging ideas about society, modern living and progress generated a distinctive range of manifestations in the built environment. Some of these constructions survived the tests of time, some changed profoundly in the course of decades and others were simply pulled down.



Fumihiko Maki, Hillside Terrace, Tokyo, Japan, 1967-1998.


Fernand Pouillon, Résidence du Point du Jour, Paris, France, 1957-1963.

10 STORIES OF COLLECTIVE HOUSING tells the story of some of these important buildings through the elaborate analysis of its conceptual features and the depiction of its authors. The book presents the works of influential figures such as Jean Renaudie, Ralph Erskine, Ignazio Gardella, Fumihiko Maki, Fernand Pouillon, among others. Their projects are not only portrayed through extensive schematic designs but they’re also associated with other works that preceded them. This original approach allows the reader to better comprehend the impact of these architectural masterpieces through time, including in recent 21st century designs.

The ascension and demise of modernist housing buildings tells us the story of the hopes and dreams of an era fueled by optimism and ambition, conducted by a strong sense of social responsibility and the will to change the world for the better. It also tells us how much we have changed as a society, raising questions about the future of our built environment and our collective loss of faith in planning and controlling the multiple processes that guide its transformation. In one way or another, the architecture of our times and the future of our cities is forever linked with the masterpieces of the past and the heritage of culture and knowledge that we can find in their stories.
Visit a+t architecture publishers for additional information on this book and other publications.

RECLAIM: REMEDIATE, REUSE, RECYCLE


RECLAIM: REMEDIATE, REUSE, RECYCLE is a new publication from a+t architecture publishers. This post is available in English (please scroll down to read).

RECLAIM: REMEDIATE, REUSE, RECYCLE é a mais recente edição da a+t magazine. Trata-se do título de abertura de uma nova série especialmente dedicada à analise de obras de arquitectura motivadas pela ideia de Re-acção; projectos que materializam a vontade de reclamar o território, manifestando uma preocupação com o contexto envolvente e um uso inteligente dos recursos disponíveis.
RECLAIM apresenta muitos exemplos interessantes de intervenções urbanas e periféricas conduzidas com sensibilidade e consciência cívica, desde pequenos gestos de reabilitação a grandes operações infraestruturantes. Os projectos são interpretados, comparados e classificados em três categorias: remediar - acções no território; reutilizar - acções em edifícios; reciclar - acções construtivas específicas, nomeadamente através da utilização de materiais existentes em novas associações e técnicas inovadoras.



3S Studio, Railway Transformation, Albissola, Italy, 2011. Image credits: Daniele Voarino.

Estamos assim perante um conjunto de exemplos que vai muito além de uma abordagem meramente conceptual do design para convocar o sentido de responsabilidade moral do papel do arquitecto, agora num contexto de constrangimentos financeiros e restrições orçamentais. São, por isso mesmo, projectos invulgares que não cabem em formulações convencionais do “restauro” e da “preservação”. Em alternativa, são muitas vezes propostas invasivas que se incorporam em estruturas pré-existentes, em alguns casos num explícito estado de decadência e ruína. Esta sobreposição é interessante e materializa uma intenção: uma prática emergente que compreende o design não como uma forma de “embelezamento” mas como processo para implantar função e presença humana em ambientes que se desejam plenamente vividos. Talvez estejamos, por isso, a testemunhar a génese de uma nova cultura arquitectónica consciente das suas limitações mas carregada de recusa pelos discursos paralisantes que se veiculam ao abrigo da austeridade.



Interbreeding Field, Shihlin Paper Mill, Taipei, Taiwan, 2010. Image credits: Interbreeding Field.

Uma vaga que começou com pequenos acontecimentos de guerrilha urbana, de pequena escala, alternativos e oportunistas, começa agora a estabelecer-se lentamente em práticas mais consolidadas. É, de certa forma, o abandono de uma ideia de disciplina isolada, para dar lugar a uma arquitectura enquanto expressão de cidadania activa. Todos estes projectos, grandes e pequenos, partilham o desejo comum de fazer mais com menos. Interrogam-nos assim com a possibilidade de uma arquitectura que exista para lá das formas excêntricas e do custo elevado dos materiais, para lá do desenho de assinatura e de uma qualquer validação oficial, e ainda assim abarcar todo o seu significado e ser decisiva no futuro das nossas cidades. Talvez estejamos perante aquilo que separa o passado do futuro: um paradigma em mudança em torno da própria noção de projecto, não mais uma trajectória contemplativa mas um processo para levar a cabo estratégias e acolher acções transformadoras no território da comunidade.




COMOCO, N10-II Sports Facility, Coimbra, Portugal, 2012. Image credits: Fernando Guerra.

Como sempre, a equipa editorial da a+t apresenta um trabalho de análise minuciosa de todos os projectos, discriminando os muitos processos em presença e identificando relações entre trabalhos semelhantes, sem perder de vista a importância das intervenções como um todo. Cada capítulo contém o contexto prévio do projecto, uma visão sobre as estratégias seguidas e uma apresentação detalhada dos resultados obtidos, através de imagens, desenhos e diagramas, tornando esta publicação não apenas num bom auxiliar de referências mas também uma boa ferramenta de estudo para arquitectos e estudantes. RECLAIM está disponível na loja online da a+t ediciones e tem portes gratuitos para Portugal.




Langarita Navarro, Matadero Music Academy, Madrid, Spain, 2011. Image credits: Luis Díaz Díaz.



Em2n, Schweingruber Zulauf, Letten Viaducts Refurbishment, Zurich, Switzerland, 2010. Image credits: Em2n.





Fabre/deMarien, LE 308, Bordeaux, France, 2009. Image credits: Stéphane Chalmeau.

RECLAIM: REMEDIATE, REUSE, RECYCLE is a new publication from a+t architecture publishers. This is the opening title in a new series specifically dedicated to the analysis of architectural works on the basis of Re-actions, projects that express an intention to reclaim the territory, manifesting a sense of care for the environment and an intelligent use of limited available resources.
RECLAIM features many interesting examples of architectural interventions conducted with conscience and civic awareness. The projects are interpreted, compared and classified under three main categories: remediate refers to processes that act on the territory; reuse is focused on buildings; recycle is about the use of existing materials through innovative construction techniques. Interventions range from small and specific rehabilitation gestures to wide infrastructural events.

These are not mere conceptual approaches to design but initiatives that call for a moral responsibility of the architect’s role in the context of financial constraints and budget restrictions. Therefore, these are unusual projects that don’t fit into the conventional ideas of “restoration” and “preservation”. Alternatively, they’re often invasive proposals that incorporate into existing settings and buildings in a very explicit state of decay and ruin. This superimposition is interesting and materializes an intent; a new and rising architectural practice that understands design as a means not to “beautify” but to install function and presence in a powerful and fulfilled human environment. So maybe we are witnessing the rise of a new design culture that is fully aware of its limitations but is also unwilling to compromise with the paralysis behind certain notions of austerity.

What began with small-scale, process-driven happenings is slowly making its way to become a more consolidated form of practice. This is, in a way, the abandonment of an idea of isolated discipline and the rise of architecture as an expression of active citizenship. All these projects, big and small, share a common desire to do more with less and the will to engage everyday spaces and everyday life. It seems, then, that architecture may survive without costly building materials, beyond signature design and official sanction, and still retain all its meaning and be decisive for the future of our cities. It just may be that this is what separates the past from the future: the changing paradigm of the very notion of project, from a contemplative individual journey to an active process for embodying strategies and nurture transformative actions in the community.

As usual, a+t’s editorial team makes an effort to analyze and dissect all the projects, discriminating the many processes involved in their making. This serves as a way to identify each action and to establish a relationship with similar works, not disregarding the importance of the interventions as a whole. Each chapter features the general background to the project, a view of the strategies followed and a detailed presentation of the results attained, through images, plans and diagrams, making it not only a great design companion but an excellent tool for architects and students alike.







Jansana, de la Villa, de Paauw, AAUP Jordi Romero, Turó de La Rovira, Barcelona, Spain, 2011. Image credits: Lourdes Jansana.

ARX: BRICK IS RED


BRICK IS RED é um livro dedicado à obra do atelier ARX.

BRICK IS RED é um novo livro que dá a conhecer o processo criativo da ARX. A publicação, que será editada esta semana, revela a metodologia de trabalho da equipa liderada pelos arquitectos José Mateus e Nuno Mateus. Através de imagens, fragmentos de textos e esquemas gráficos, expõe-se o trajecto complexo que se estende desde os primeiros esquissos até à obra concluída.

São processos tantas vezes externos a qualquer convenção, marcados pela incerteza e pela coragem de arriscar a tentativa e o erro. BRICK IS RED fala do projecto como espaço de interacção do arquitecto com terceiros e o modo como os diversos intervenientes – promotor, utilizador, mas também os arquitectos, fotógrafos, designers – se apropriam da obra e a transformam.
Simbolicamente, este é um livro construído com a crueza de uma maquete, negando a encenação para se assumir “em bruto” como um processo inacabado, em permanente “construção”.

BRICK IS RED tem lançamento marcado para o dia 3 de Maio pelas 18h30 no MUDE – Museu do Design e da Moda, em Lisboa. Esta é uma edição de autor e estará disponível no sítio web da ARX e em livrarias especializadas.

STRATEGY AND TACTICS IN PUBLIC SPACE


STRATEGY AND TACTICS IN PUBLIC SPACE is a new publication from a+t architecture publishers. This post is available in English (please scroll down to read).

STRATEGY AND TACTICS IN PUBLIC SPACE é o mais recente título da a+t magazine, dando continuidade à série dedicada a estratégias de intervenção urbana de que fazem parte os volumes anteriores STRATEGY SPACE e STRATEGY PUBLIC – apresentado aqui.

As intervenções no espaço urbano tendem a enquadrar-se no contexto do Planeamento – um processo controlado onde a visão e a execução se encontram.
Estratégia e Táctica, no entanto, são termos que se referem a noções diversas de acção, poucas vezes enunciados no contexto do ambiente construído. Referem-se à relação integrada entre o espaço materializado – o produto da concepção técnica e do saber profissional – e a sua ocupação ao longo do tempo – as múltiplas formas como os cidadãos se apropriam e usam a cidade.

O Espaço Público é assim um território frágil de interacção e consequência. Na condição económica em que vivemos é mais do que o lugar para a representação – de uma ideia de sociedade ou ordem. É um processo complexo, já não dominado pela esfera política, em que a Administração Pública se vê confrontada com custos crescentes no acesso ao crédito e comprometida com agendas para o controlo de dívida.
A primeira vítima deste novo paradigma é uma cultura de projecto que sobrepopulou as ruas e praças de “objectos” – mobiliário urbano, detalhe excessivo e soluções de desenho generalizadamente dispendiosas. Uma nova cultura de austeridade está a emergir por uma razão simples: não existe dinheiro para sustentar os excessos que cometemos e celebrámos no passado.

As intervenções apresentadas em STRATEGY AND TACTICS contêm abordagens diferentes em contextos diversificados, mas que partilham esta mesma condição contemporânea. Tratam-se de singularidades, manifestações de inovação e espontaneidade criativa, geralmente pequenas em escala mas ambiciosas na sua natureza – são micro-utópicas. Projectos altruístas que não têm medo de quebrar as regras, desafiar o pré-concebido e ir além das expectativas.



Interboro Partners, Lent Space, New York, United States, 2009. Image credits: Dean Kaufman.



Fugman Janota, Nordbanhof Park, Berlin, Germany, 2009. Image credits: Philip JSF Winkelmeier.




Rural Studio, Lions Park, Greensboro, United States, 2010.

STRATEGY AND TACTICS IN PUBLIC SPACE is the third title in a+t’s Strategy series, following the publication of STRATEGY SPACE and STRATEGY PUBLIC – previously reviewed here.

Urban space interventions are usually integrated under a notion of Planning – a controlled process where vision and power both come into place. Strategy and Tactics, however, are terms that address different notions of urban action. They refer to the intertwined relationship between materialized space – the product of professional intent – and its occupation through time – the multiple ways in which citizens ultimately maneuver and use the city.

Public space is a fragile place of engagement and consequence. In the new economic framework we live in, it is more than a place for mere representation – of socialization and order. It is a complex process, no longer dominated by the political sphere, currently under an increasing financial pressure – the Public Administration, overwhelmed with growing credit costs and an agenda towards deficit-control.
The first casualty of this new paradigm is a design culture that has overpopulated streets and squares with objects – urban furniture, excessive detail and overall expensive design solutions. A new culture of austerity is emerging for a simple reason: there is no money to pay the kind of excesses we have committed and even celebrated in the past.

The interventions featured on STRATEGY AND TACTICS contain different approaches and take place in a wide array of built and social realities. They are singularities, manifestations of creative innovation and spontaneity, usually small in scale but ambitious in nature – micro-utopian. They are altruistic and rule-breaking – not afraid of going beyond the expected and challenge the preconceived.

DENSITY IS HOME


DENSITY IS HOME is a new book from a+t architecture publishers. This post is available in English.

DENSITY IS HOME, o mais recente título de arquitectura da a+t, analisa em detalhe um conjunto de 37 edifícios de habitação colectiva. O livro investiga a dimensão urbana dessas propostas, estudando as formas diferentes como a vida dos utilizadores é afectada pelas orientações programáticas e a filosofia de desenho seguida em projecto.
O contexto de cada conjunto habitacional é variado, desde cidades com centros compactos, centralidades únicas ou múltiplas, paisagens urbanas dispersas, estruturas recicladas. Uma atenção especial é ainda dedicada à noção de re-densificação, a regeneração do ambiente construído. Previsivelmente os projectos apresentados variam, tanto em tamanho como em tipologia de intervenção.



Brendeland & Kristoffersen, Svalbard Housing, Longyearbyen, Norway, 2007. Image credits: David Grandorge.

O livro é precedido por um ensaio escrito por Aurora Fernández Per, editora e directora do a+t Research Group. Com o título Densidade e Desejo, é um texto que advoga a necessidade de contemplar noções de urbanidade e humanidade na arquitectura. Fala da importância de acarinhar um sentido de perspectiva individual e proteger a subjectividade do utilizador: Residentes genéricos, escreve, não existem, eles são tão únicos como tu.
De certa forma todos os projectos apresentados partilham a aspiração de ir além de soluções pré-definidas, para lá dos regulamentos e dos constrangimentos – financeiros e outros – enfrentando os problemas de desenho com abertura, inovação e dando ao inesperado uma hipótese de acontecer.



Chiba Manabu, Stitch Cooperative Housing, Tokyo, Japan, 2009. Image credits: Masao Nishikawa.

O prefácio de Aurora Fernández Per é acompanhado por um estudo visual de 14 tipos de residência, todas elas parte integrante de edifícios de habitação colectiva. Estes casos de estudo são apresentados sobre a forma de plantas esquemáticas perspectivadas, conjugadas com anotações que destacam as suas qualidades mais importantes e aspectos específicos de design.
Os leitores com interesse no tema da arquitectura contemporânea de habitação, profissionais e estudantes, encontrarão em DENSITY IS HOME uma boa fonte de informação – complementando a análise quantitativa de parâmetros de custo e qualidade que podemos encontrar em títulos anteriores desta colecção – com uma nova abordagem aos problemas do contexto urbano e da experiência humana do ambiente construído.

Visitem o sítio web da a+t para mais informação sobre este livro e outras publicações .







VA Studio, MD Housing, Vila Nova de Gaia, Portugal, 2010. Image credits: Alberto Plácido.

DENSITY IS HOME, the latest title in a+t’s architectural catalogue, analyses a total of 37 contemporary housing projects. The book investigates the urban dimension of architectural design, studying the different ways in which life is affected by the programmatic orientations and philosophy behind each project.
The context of these housing proposals is varied, including cities with compact centers, with single or multiple cores, dispersed urban landscapes, recycled structures and more. A big emphasis is also set on the notion of re-densification, the regeneration of the built environment. As expected, the featured projects range both in size and typology.




Rueda Pizarro, 64 Social Housing Units, Madrid, Spain, 2010. Image credits: Ricardo Espinosa.

The book is preceded with an essay written by Aurora Fernández Per, editor and director of the a+t Research Group, titled Density And Desire. It talks about the need to address the notions of urbanity and humanity in architecture. To embrace a sense of individual perspective and preserve the subjectivity of the user: Generic residents, she writes, do not exist, they are as unique as you are.
In a way, all the projects featured in this book share the aspiration to go beyond pre-defined solutions, beyond the regulations and financial constraints, addressing design problems with openness, innovation and ultimately giving the unexpected a chance.




Aires Mateus, Housing for the Elderly, Alcácer do Sal, Portugal, 2010. Image credits: Fernando Guerra FG+SG.

This preface is followed with an interesting visual study of 14 contemporary home types, all of which are inserted in collective dwellings. These case studies are presented in the form of schematic plans, followed by annotations that highlight its most important qualities and specific design features.
Those with an interest in contemporary housing design, both architects and students, will likely find DENSITY IS HOME a powerful source of information, as it complements the quantitative analysis of density and costs we can find in previous titles in this collection with a new approach to the matters of urban context and the human experience of architecture.




C. Colomès + F. Nomdedeu, Student Housing, Troyes, France, 2009. Image credits: Guilhem-Ducléon.

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