Momento Flickr





O meu amigo InKoGniTu - que também é arquitecto (coitado) - está a começar um álbum Flickr bem interessante. Belas fotografias com muito pormenor, destacando-se os retratos de um passeio pelos Açores. Que saudades! E a fazer-me lembrar que também tenho de reactivar o meu álbum...

Hoje estou vivo

What is it exactly that makes up a satisfying and meaningful life? Is it still possible to reach the end of my life and say, “Yes, I lived my life fully and as best I could.” and to die with a full heart? Is the modern template for what constitutes a “successful” life the only option? For so much of what I see seems completely insane to me. So much of what so many people think of as important seems dull and without imagination, apathetic and blind to the world around.
Laughing Knees

O blog vai avançando, lento e desfocado, e assim bem mais próximo do meu estado de espírito do que gostaria. Por vezes, parar para pensar pode ser a pior coisa. Mas “a vida tem de parecer certa”, afinal. Por estes dias sigo atravessado por uma nova e estranha sensação, de que ou reinvento tudo ou acabo com ele.
Parece-me tão distante a “blogosfera” e os temas que a alimentam. Poucos são os blogs que visito e desses ainda mais raros os portugueses. Assim abismo nas páginas mais pessoais, escritas por pessoas a sério que falam das coisas que vivem e de como as sentem. Distantes ou próximas, nelas se descobre a razão de ser de tudo isto, desinteressada e sem agenda.
Há um mundo maior lá fora. Descobre-se nas coisas pequenas, no germinar das plantas do terraço, no fucinhar do Moby quando quer festas, no esperguiçar dos gatos. No azular saturado do céu ao fim da tarde quando tudo parece mais lento e as luzes começam a acender pela cidade. Coisas pequenas e ridículas aos olhos dos falsos adultos que tantas vezes nos rodeiam, esses que olham para nós incrédulos quando lhes revelamos os mais fundos segredos. Que não compreendem porque estas coisas são tão especiais e importantes que as lágrimas nos vêm aos olhos ao falarmos delas.
Porquê escrever, então, se não para falar destas coisas, afinal? A vida é isto e sempre, tantas coisas por fazer e outras tantas ainda por dizer. Sempre. Por isso sei...

Moby

Livros, muitos livros!

Sul