Os dados desse estudo estão acessíveis online no European Topic Centre on Terrestrial Environment, que disponibiliza ainda uma secção de documentos.
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Adenda: a preocupação dos “ambientalistas” (o ambientalismo, isto é alguma licenciatura; e quem são, já agora) pela aprovação de empreendimentos turísticos de grande envergadura no litoral alentejano pode ser legítima, mas associá-la a um fenómeno de expansão destas dimensões que se observa centrado nas grandes áreas urbanas (Algarve, Porto e Lisboa), parece-me confundir um pouco as coisas. Os maus exemplos de Sines, o paradigmático caso de Porto Côvo, ou Tróia se quisermos (que apesar de tudo se está a fazer enquadrado nos termos do planeamento em vigor), são gotas de água na maré de construção que grassa por essas grandes áreas metropolitanas onde já tudo se devassou e nada resta para preservar.
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