Touch-screen interface



Jeff Han impressionou a plateia do fórum TED com a sua apresentação de um interface revolucionário de manipulação digital, o sistema de touch-screen Perceptive Pixel.
Para além da sedução visual da exposição, fazendo interagir elementos gráficos ao estilo do filme Minority Report, o que impressiona é o potencial desta nova forma de operar a instrumentação digital. Não apenas o apelo da inovação tecnológica, mas a dimensão integradora de conteúdos como nova orgânica de actuação. Uma visão dos futuros suportes da prática profissional, também na arquitectura, de horizontes rasgados muito para lá dos limites do ecrã.

5 comentários:

  1. Ao fim de algum tempo os braços devem começar a doer.

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  2. O iPhone da Apple vai usar esta tecnologia -ou algo parecido- na parte das fotos...

    Mais um salto em relaçao ao futuro por parte da Apple...

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  3. Parece-me uma tecnologia muito positiva, em termos de usabilidade e prevenção contra RSI. O constante movimento dos membros e do corpo também deve evitar a debilitação dos músculos e facilita uma postura correcta. Pode-se trabalhar sentado e em pé (quem sabe deitado também).

    Em termos de precisão poderá deixar um pouco a desejar. Basta comparar a área da ponta do dedo com a de um cursor do rato: uma mancha vs 1px. Mas de muita utilidade em muitas outras áreas, office, photoshop, internet, chat, etc

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  4. Este interface, apenas funciona do nosso ponto de vista.
    O operador tem a coreografia ensaiada, porque na verdade não vê nada do que está a fazer.
    Para um interface deste funcionar, o utilizador tem de estar dois ou três metros atrás, o que implica algum tipo de interface para o interface.
    Já não me lembro bem do Minority Report, mas julgo que o Tom Cruise gesticulava no ar, não directamente nos displays.

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