My shared items on Google+.
A directory of portuguese architects.
Portuguese language blogs.
A selection of blogs I read on a regular basis.
The archives have been moved to the bottom of the page. Please scroll down to read... :)
The architecture blog A Barriga de um Arquitecto / The Belly of an Architect (written in bilingual Portuguese-English) is mainly focused on contemporary architecture and urban design, covering recent works from Portuguese architects as well as projects of international significance.
My name is Daniel Carrapa. I was born in Lisbon, Portugal, in 1973. I’m an architect living in Évora, a nice historical town that was included in the World Heritage List by UNESCO in 1986. I’m married, have 4 cats – Matilde, Patanisco, Olivia, Lisa – and 1 dog – Moby. Moby is a three-legged dog. He’s okay. I graduated as an architect in 1996 (FAUTL Lisbon Faculty of Architecture). I am also an authority on cat litter and will provide expert advice upon request.
Feel free to drop me a line to abarrigadeumarquitecto@gmail.com or meet me on Google+. I'm also registered on Twitter and Facebook but I don't use them as much.
This blog is published under a Creative Commons license.
Subscribe to this blog's content feed.
Established Dec. 2003. Thank you for stopping by.
Alguém me disse que na vida, a partir de certa altura, não existem anos bons. Há sempre algo mais que se perde do que aquilo que se ganha. Sei, no fundo, que não é verdade. Que as coisas boas, por breves que possam ser ou parecer, valerão sempre muito mais do que o mal que por vezes nos possa atingir.
A Margarida era uma lutadora. Uma gata franzina que nunca cresceu, tribulações de uma doença na infância, porque os gatos também podem ser crianças. Se a vida se regesse pela lógica, há muito que nos teria abandonado. Mas a M., no tempo breve que nos concedeu, ofereceu-nos duas vidas. Renasceu para nos lembrar que vale sempre a pena ter esperança, sem garantias, assim é o seu mistério. E se agora resta o vazio, nos seus recantos, no silêncio celebramos aquilo que nada pode preencher. Pois quem poderia pedir generosidade maior.