Vontade de dar um pontapé (na etiqueta)



O Sol quando nasce não é para todos. Não será para cães e gatos, a julgar pela classe refinada da Sra. Assunção Cabral, cronista de etiqueta do novo semanário. Numa explanação de elevado bom gosto, ei-la a erguer sua caneta para exprobrar toda a maldade felina.
Os gatos são traiçoeiros, afirma. E é bem verdade, a julgar pelo meu siamês que ainda nem há três dias me saltou para o colo quando nele repousava um pratito de sopa. E já se sabe que sopa entornada não é de bom tom. Há que manter a panache, remetendo as terríveis criaturas para a sua sordidez natural. Imagine-se, sim, os bichanos - como diz - roçando-se nas pernas a pedir leve carícia. Oh, a tragédia, o horror. Isso é coisa de pató, pois o que é de berço é enxotar o pequeno monstro a pontapé.

Oh, por fa, haja alguém lá para as bandas do Sol a apagar a luz a esta senhora, que de tantos pudores higiénicos até dá vontade de dar um pontapé – na etiqueta, que eu também sou gente de bem. Não lhe desejo por isso o desabrigo e violência a que são sujeitos os animais no nosso pequeno país. Distante, é certo, dos possidoníssimos dos ingleses que subsidiam uma instituição como a RSPCA, que gere entre muitas coisas um corpo de inspectores próprios que dão seguimento a denúncias de maus-tratos e abandono de animais.

Por isso, olhe querida Assunção, e porque gostamos muito de si, abro aqui uma pequena micro-causa deixando o seu email e pedindo a todos os interessados que o divulguem e lhe enderecem as suas carícias felinas. Eu serei já o primeiro.

Para: assuncao.cabral@sol.pt, opiniao@sol.pt, cartasaodirector@sol.pt.

36 comentários:

  1. Já enviei meu email para esta senhora. Como é possível que hj pessoas como ela ainda tenham espaço nos meios de comunicação a influenciar centenas de cabecinhas ocas e facilmente influenciáveis como existe neste país?! Definitivamente, não é disso que precisamos!

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  2. Num jornal como o referido, os comentários desta sra. (com s pequeno), são lamentáveis, inuteis, excusados, reprováveis, apenas ao alcance das "melhores" individualidades (sic) intelectuais deste país! Se será assim com os gatos, como será com...

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  3. Oh meu grande querido!

    Julgo não ter percebido que esta só pode ser uma rubrica de humor, cujo objecto de fundo é simplesmente oferecer-nos (aos patós) essas pérolas da possidonisse "des nouveaux riches"!

    Aqui vai o meu contributo para o texto da senhora:

    Oh minha grande querida!

    Devo parabenizá-la por esta sua rubrica cómica.
    Não há ninguém no mundo que saiba tão bem caracterizar o carácter (note-se a redundância) dessa classe que nos consome as entranhas (leia-se, a sua), com tais atitudes e comentários ininventáveis, como a senhora.
    Muitos Parabéns!

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  4. Ponham-lhe uma burca com etiqueta Chanel e mandem-na para o Afeganistão! (algumas deveriam ser burcadas à nascença)

    PS: será a sra adepta do NÃO, OBRIGADA! e a favor da vida? será certamente... (+ burca!)

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  5. Uma das mais elementares regras de etiqueta, sobretudo para quem escreve, é escrever bem, é qualificar os substantivos usando os adjectivos certos e no grau adequado. Não há nada mais triste do que este hábito de se recorrer a termos que se pensa que só as pessoas de boa educação usam. “Possidónio” é um termo que ao ser usado acaba por qualificar melhor o seu autor do que o substantivo em questão. Quando elevado ao seu grau superlativo absoluto sintético, o “possidoníssimo” é sempre quem escreve, porque não há nada mais pretensioso e vulgar (termos que definem precisamente o adjectivo) do que a sua utilização. Possidónio é um termo que deriva de um nome próprio utilizado para designar o político provinciano e ingénuo que via a salvação da Pátria no corte radical de todas as despesas públicas; Os gatos, cara Assunção, podem ser muitas coisas, mas jamais conheci um gato tão desagradável, tão pretensioso e tão vulgar. Jamais conheci um gato a quem apetecesse tanto dar um pontapé, que me fizesse corar por dizer tantos disparates – porque, há-de concordar, os gatos não falam, e isso basta-lhes para serem logo mais interessantes do que a Assunção Cabral que assina, sorridente, esta coluna tão pobrezinha.

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  6. Pela minha parte, passei a saber que sou, não só ordinário, mas tri-ordinário e provavelmente possidoníssimo.
    Confesso que vindo de quem vem, a ofensa sabe a lisonja.
    Quem eu jamais quereria ter como visita lá por casa era esta alimária que dá pelo nome de Assunção Cabral, de resto uma das várias razões pelas quais deixei de adquirir o jornal onde despeja semanalmente a sua triste concepção do mundo.
    Os meus gatos são 3, não cheiram mal e fazem-me lá muita falta, mais que não seja para manter ao largo aberrações da natureza da classe desta pseudo-cronista.
    Zé Maria

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  7. A "coluna" desta mulherzinha é execrável.

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  8. que coisa e que pessoa tão parva...

    olha se me permites vou roubar a imagem para um post

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  9. acho indescritivel como ainda dão oportunidades a pessoas como estas de escreverem para um jornal...e ainda por cima autodenominam-se pessoas com etiqueta...enfim...

    se não se importa vou utilizar a imagem e o seu texto com os devidos respeitos autoriais para enviar e dar conhecimento aos amigos, principalmente os "ordinários" como eu...

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  10. Caro Daniel
    Há muito tempo que sou um leitor, mais ou menos assíduo do "A Barriga...", para o qual fazem ligação alguns dos "blogues" que assino. No entanto, penso que só hoje sou impelido a deixar um comentário. Apenas para lhe agradecer o dar-nos conhecimento destas alarvidades que publicam os pretensos jornalistas da nossa praça e para lhe dizer que enviei uma mensagem à personagem em causa e que diz o seguinte:

    Ex.ma Sra. D. Assunção Cabral

    Apenas para lhe dizer que em trocando a sua cabeça pela de um qualquer felino, o bicho ficaria a perder... O que escreve, isso sim, é de extremo mau gosto, revela falta de educação, cheira mal e é ordinário. Também não gosto de "tias" armadas em defensoras do "bom gosto" e da "moral" e não ando a incentivar ninguém a dar-lhes pontapés. Não sei porquê, mas algo me diz que a Sra. é daquelas a quem lhe incomoda o pêlo dos animais vivos, mas se for pêlo de animais mortos, provavelmente já lhe agrada, não?... Alguma vez cheirou uma raposa, viva?... Sabe que o ser humano é um dos animais que mais mal cheira? Provavelmente até põe um presépio no Natal, esquecendo-se que foi o calor e o pêlo de animais que cheiram bem pior que os gatos, que aqueceram o menino que acabava de nascer... Enfim, não vale a pena estar a alongar-me demasiado, porque afinal, o seu arrazoado nem sequer o merece. Faça-nos apenas um favor e a todas as pessoas que sabem que são animais e que gostam de animais, poupe-nos às suas elucubrações idiotas!

    Manuel da Cerveira Pinto

    Vou continuar a divulgar a sua micro-causa...
    Um abraço e até breve
    Manuel

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  11. Enviado à senhora em causa.

    Tem toda a mminha antipatia. Imagino que se recusa a ir desta para melhor. Então, essa questão não se põe.
    Exijo simplesmente que se cale.
    As colunistas de meia-tigela como você são possidoníssimas. Quanto mais sofisticadas se acham, mais pirosas são. Dividem-se, de resto, entre as que me metem nojo e as que detesto. A única simpatia que me merecem é a obsessão com que se odeiam e perseguem mutuamente.
    As colunistas de meia-tigela são também traiçoeiras. Podemos estar calmamente sentados a conversar e, de repente, sentimos aquele olhar absolutamente repelente, e reparamos que a pató da senhora é uma criatura insensível e amargurada, mal amada e mal fodida. E nós, com vontade de lhe dar um pontapé, mas aterrados com a ideia de que a estuporada faça um xinfrim e revele a peixeira que é.
    E é uma mentira dizer que são asseadas: tresandam a perfume e espalham um cheiro insuportável por todo o lado - coisa que as tontas nunca percebem porque se habituaram à sordidez em tudo aquilo de que se rodeiam. Mas o cheiro acaba por se nos pegar à roupa e à pele - é nojento.
    Porque não fazer saber com antecedência à direcção dos jornais em que elas escrevem, que ter colunistas deste nível é definitivamente uma ordinarice indesculpável, quando há excelentes jornalistas, dignos desse nome, no desemprego?

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  12. Como gostava eu de ser gato para causar indisposição a esta senhora, invejo-os!

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  13. Também eu já escrevi a esta senhora com "s" microscópico.

    Enviei-lhe o seguinte:

    Sabe qual é o sonho de uma gata? É ter um casaco de pele de puta. Esta é a "etiqueta" digna da sua pessoa.

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  14. Há gente parva, e há gente muito parva, a senhora está na segunda categoria.
    Se não gosta de gatos não conviva com eles, de certeza que os seus amigos que possuiem gatos vão ficar gratos por isso...

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  15. Eu amo o meu cão...
    Adoro o cheiro ao pêlo molhado que escapa do meu carro quando abro a porta depois de irmos à praia...ou o odor à comida que fica pela casa quando acaba de comer... às calças que ficam molhadas nos joelhos porque insiste que lhe faça carinhos quando acaba de beber água...
    Eu amo o meu cão...
    E aposto que o chanel que essa senhora usa, não disfarça o mau hálito que o veneno que possui liberta.

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  16. Que estupidez mais crassa a dos leitores e escritores deste blog. Nem conseguem distinguir um artigo divertido das irdinarices que gostam de escrever. Ao menos a A. Cabral tem graça, enquanto a malta daí se limita a ser malcriada e imbecil.

    José Forjaz da Silva

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  17. Espanta-me a estupidez e a imbecilidade que existe neste país, e deculpem insultar-vos assim tão descaradamente a todos, mas eu leio a coluna da Sra. Assunção Cabral desde a primeira vez que o semanário Sol saiu e considero as suas solunas divertidíssimas, e de facto é esse o objewctivo delas. Ofendem-se com o que não é um insulto, e sentem o que não é um tiro. Rídiculo, provavelmente nunca leram a coluna nem sabem do que se trata. Ou melhor, nunca leram apenas, a não ser o que os obrigavam na primária, explicando isso a dificuldade em atingir a verdade e a noção das coisas. Quanto a rasquice a que descem nos vossos insultos, mostram logo que filhos de bao gente nao são de certeza.
    E respondendo a "sofia beça", chamar "puta" a Sra Assunção Cabral, é proprio de uma "gaja". Sim porque provavelmente é isso que a distingue de a Assunção Cabral, ela é uma Senhora, a Sofia é uma GAJA. Por mim faria um casaco com a sua pele e dos seus gatos se os tiver

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  18. Ao Sr. Director do Jornal Sol,

    Ninguem no mundo sabe quem e esta Assuncao Cabra, mas de etiqueta nada sabe de certeza,

    e de consultorio so se for mesmo de psiquiatria, pois era por la que se devia recrear em vez de

    ter acesso a qualquer meio de comunicacao, a pseudo-consulta ela sim e nojenta e essa

    Assuncao Cabra parece ser uma ordinaria sem desculpas, pode ser que um dia destes se ouver um

    Terramoto os caes de busca se esquecam da gatinha Assuncao debaixo dos escombros,

    tinha-mos pena!!!

    Quanto a Merdame que escreve o artigo pode ser que ainda acabe a ver o Sol aos quadradinhos por "ASB" - Anti-social behaviour (ASB) includes a variety of behaviour covering a whole complex of selfish and unacceptable activity that can blight the quality of community life. - Anti-social behaviour is any activity that impacts on other people in a negative way.

    PB


    PS - Se o Sr. Director leu o artigo antes da publicacao, so podia mesmo estar a tentar jogar um cartada desesperada de sensasionalismo e tentar gerar correntes de emails e blogues a "publicitar" gratuitamente o seu Sol, nos dias que correm duvido que resulte Sr. Director.

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  19. Ok, aqui vai pois a minha paciência esgotou-se. Já não bastava ter uma parva ignorante com pretensões a socialite a escrever barbaridades num semanário nacional (e felizmente muitas pessoas decentes reagiram a esta pouca vergonha) como ainda têm estes trastes pseudo-intelectuais, que não passam de impostorzecos mal formados com iguais pretensões a ter boa educação que vir exprimir a pouca capacidade de expressão que suas cabeças conseguem. Ao José Forjaz da Silva apenas lhe digo que engraçado seria mesmo andar aos pontapés á sua cabeça e que a estupidez de que acusa este blog não passa senão da própria incapacidade de entender o que aqui se escreve8 nós que gostamos de aqui vir dispensamos a sua participação). Veja lá se pede á sua Assunção que o ensine a ser menos bronco e se possivel (o que duvido)a saber ser uma PESSOA. Quanto ao outro anónimo só tenho a dizer que a mim me espanta a estupidez e imbecilidade de gentalha como a sua especie, que saliento, essa sim deveria estar em extinção. Alias acho até que devíamos arranjar uma macro-causa para extiguir este tipo de gentinha que envergonha o reino animal. Tenho dito.
    Bem hajam todos aqueles que respeitam e acarinham os animais.

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  20. Sra Assunção Cabral: ainda estupefacta de ler as barbaridades que escreve, que espelham a sua futilidade e má formação como pessoa e como ser humano, e mais ainda de tal "diarreia mental"ter sido publicada, dir-lhe-ei apenas que sinto pena de si...Sim, pena! E mais lhe digo, a título de curiosidade e já que se considera e apresenta como "expert" de "etiqueta"( conceito por si mesmo anedótico pelo modo em que o interpreta, já que tal implica boa-educação e boa-formação, que é coisa que a si lhe falta claramente), já reparou que a família Real Britânica, ícone da etiqueta em si ,se faz rodear de animais e, inclusivamente, se dedica à criação de várias raças? Como dizem os ingleses: "get a life!"

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  21. Voces dão vontade de rir. Não percebem as graças de uma jornalista fantástica e divertida. Étípico de gente mal formada sentir-se ofendida com tudo, mas voces dão mesmo vontade de rir. Obrigado pelas boas gargalhadas que me proporcionam, sobretudo aqueles que têm a paciencia esgotada e que estao tão irritados e que criticam aqueles de longe se vê serem superiores a voces. Já percebi essa vossa raiva: complexo de inferioridade. Tenham mais calmem e aceitem serem assim e nao tão bons como outros ;)

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  22. Sr "Anónimo", ainda bem que lhe causei incómodo. Era esse o objectivo.
    Quanto a ter um casaco com a minha pele........queria!!!!

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  23. Tenho o prazer de juntar a minha voz a esta micro-causa. Se a coluna me arrepia por notória falta de educação e civismo, os comentários aqui deixados por anónimos (porquê o anonimato se a sua causa é tão superior e indicadora de genialidade?) apenas revela a fronteira que todos atravessamos na nossa adolescência: a coragem de assumir os nossos actos ou de atirar a pedra e esconder a mão. Uns transformam-se em homens, os outros em cobardes. Tenham a coragem e assumam aquilo que dizem.

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  24. Não concordo com a maneira de pensar desta colunista. Não vi graça alguma naquilo que ela escreveu. Se alguém forma opinião a partir daquilo que ela escreve, então, o problema não é dela e sim de quem se deixa influenciar pelo que lê. Não se deve pedir ao dono da casa para prender os animais por não gostar dos mesmos. Cabe a quem não gosta dos animais não ir ou aceitar o convite sob esta alegação. Daí, se o dono preferir prender seus animais de estimação para receber tal pessoa, é outra coisa, pois não se determina o que se deve fazer na casa dos outros, assim como não gostamos que nos dêem ordens em nossa casa.
    Reinaldo Henriques, Rio de Janeiro, Brasil.

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  25. Não sei, sinceramente, se será uma coluna cómica, eu pelo menos não lhe encontrei a pilhéria.
    O problema não é o gosto, ou falta dele, pelos animais, é apenas o facto de pessoas como esta Senhora terem direito a expressar as suas opiniões em público. A "rex publica" não devia ser do povo deste calibre.

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  26. Não sei se já devia ter indicado que me associei a esta micro-causa. De qualquer modo, atrasado, como sempre, aqui está.

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  27. E ainda permitem que seres assim tão mesquinhos publiquem algo nos jornais... ai, que desgosto!:(

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  28. Há muito tempo que não lia tamanha idiotice num meio de comunicação social, mas devo dizer que esta senhora elevou na sua escrita a idiotice a uma forma de arte, de tal modo que chego a ter pena dela. Faça-nos um favor a todos, volte para o buraco de onde saiu.
    Obrigado.

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  29. Ter um gato é saber dar espaço ao animal que nos acompanha, é nao querer tocar constantemente, é perceber que cada um tem o seu lugar e "humores". Pessoas que só gostam de cães e não conseguem festinhar um gato têm carências afectivas estranhas. Sou assumidamente um "dog person", mas gosto de gatos. Génios de todos os tmepos com gatos: Sir Winston Churchill, Mark Twain, Ernest Hemingway, Victor Hugo, Theodore Roosevelt etc.

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  30. Fiquei chocada com o ocorrido e também escrevi à "colunista" e ao editor. Sugiro que todos o façam pois é inadmissível que a apologia aos chutes à animais seja expressa num veículo sob a alcunha de etiqueta.


    A intolerância é o ponto em comum de todos os conflitos da humanidade.
    E não há dia em que não lemos notícias de barbáries , seja com humanos ou com animais, são mães e pais assassinados pelos próprios filhos, os animais arrastados até a morte ou amputados com facões , enfim, o fim da racionalidade e a completa inversão de valores . Tal como a coluna que prega os bons modos e aconselha ao convidado, o ilustríssimo visitante, a exigência de algo.
    Isso pra mim é algo inédito, o vistante exigir alguma coisa , bem como alguém com espaço para aconselhar a elegância, escrever algo com o título de O Insuportável gato....Algo que realmente comprova que não há mais nada fazendo sentido neste mundo, porque a etiqueta agora exige na casa dos outros, e ainda por cima, permite à colunista comentários de baíxíssimo nível, tal como na "áurea idade média " , incitando inclusive ao pontapé, algo chiquérrimo, porém , na era das fogueiras.
    Eu diria à leitora que os animais devem fazer parte da realidade da família, assim como muitos tem crianças barulhentas , fumam ou bebem e quando os visitamos, não exigimos que tranquem as crianças e tirem os cigarros e bebidas da casa. Afinal, educado mesmo é viver em sociedade, repeitando as diferenças e de uma forma sim educada, dizer às crianças que não,não quer brincar de pegar, aos adultos que realmente não fuma e nem bebe e também não preza por contatos mais próximos com felinos ou animais domésticos de qualquer porte.
    Sem ódio, sem conflito, com educação e prezando o bom senso.
    Meus sinceros votos de que a colunista repense seus atos, pois o que escreve pode estar sendo considerado por alguém simples , que humidemente vê ali uma coluna de aconselhamento séria e não algo escrito por alguém com humor negro e torpe,

    Letania Kolecza

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  31. A minha mensagem:
    Super-tia Assunção,

    O Gervásio Simplório nasceu em Espinho. Filho de família pobre, foi maltratado por uma velha rabugenta, que o acabou por oferecer.
    O Zacarias Mimoso nasceu no Porto. Deambulava pelo Jardim de S. Lázaro com dois compinchas, olhando para as árvores como um floribello quando foi resgatado.
    Ambos vivem comigo neste momento e estão passados com a sua crónica sobre os gatos, que lhe afectou o ego. Até mesmo eles, que são da ralé, me disseram: "que mulher tão possidónia!".
    Ó tia, arranje algo de útil para fazer, em vez de andar a destilar ódio contra os gatos. É tão démodé...
    Então vá!

    D. Ricardo de Sequeiros, Conde de Ponte de Lima

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  32. Aos defensores de AC

    Se era suposto a cronica ser humoristica deveria chamar-se "Cronica da Tretiqueta", assim como graça não tem nenhuma. Se é humor dar pontapés a gatos e chamar porcos aos seus donos, muito mal vai este país.

    Se era suposto ser uma crónica de etiqueta e isto é etiqueta, gosto muito de ser "mal educada".

    Luisa Simoes

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  33. Penso que a Luisa Simões disse tudo! Porque este tipo de piadas deixa muito a desejar, sem dúvida!
    Não sou grande apreciadora de gatos porque já me fizeram algumas, mas isso não faz com que eu tenha vontade de dar um pontapé a um só porque ele se aproxima de mim, nem deixar de ir à casa dos meus amigos por eles terem gatos. Pelo contrário, para mim, as pessoas que possuem animais e os tratam bem são sinónimo de boas pessoas, e não o oposto!!
    Os animais são possuidores de grandes sentimentos e não olham p nós pelo que temos mas sim pelo que somos. Será que isso não faz deles seres superiores a nós?!

    - Marta Pereira -

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  34. Etiqueta neste artigo é que curiosamente não se encontra, nem tão-pouco humor. Um duvidoso consultório...

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  35. Em busca de noticias deparei-me com a energia do gato.
    Está absolutamente fantástico!
    Genial!

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